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Concepção de blogues institucionais e colaborativos: um ponto de partida para a biblioteca 2.0 É o título da formação que decorre nos próximos dias 24 e 25 (2ª e 3ª feira) na delegação da BAD Norte no Porto, e que dá o mote para procurarmos enquadrar os blogs institucionais e colaborativos em contexto organizacional e na aplicação que podem ter nas bibliotecas e serviços de informação e documentação.
1. Utilização de blogues em contexto organizacional 2. Blogue como meio de comunicação institucional 3. O blogue como ferramenta de comunicação das bibliotecas e serviços de informação e documentação 4. Aplicações dos blogues às bibliotecas e serviços de informação e documentação 5. Gestão de projectos web aplicada à concepção de blogues organizacionais 6. Blogues institucionais e colaborativos no domínio das bibliotecas e ciências da informação 7. Concepção, edição e gestão de blogues institucionais e colaborativos 8. Os blogues – mais que uma tecnologia, uma atitude: a construção de bibliotecas 2.0
Massive use is slowing europeana down. We are working on it... please come back later.
A EUROPEANA está aí! Simples, atractiva, funcional... bem - ainda com alguns soluços, como se pode ver na mensagem transcrita que constava quando lancei a minha primeira pesquisa, e também quando criei o login para poder ter "minha europeana". Mas lá fui navegando, pouco ainda, mas já deu para ficar satisfeito com a possibilidade de criar etiquetas (tags) por utilizador.
Acessível, em todas as línguas da UE, através do endereço (www.europeana.eu), a biblioteca multimédia europeia conta com material fornecido por mais de 1000 organizações culturais de toda a Europa, incluindo Museus, como o Louvre de Paris, que forneceram digitalizações de quadros e objectos das suas colecções.
Michael Casey & Michael Stephens continuam a sua saga pela biblioteca transparente! Já aqui falei de "Bibliotecas + transparentes e + próximas!" a propósito do projecto The Transparent Library. Eles voltam à carga com um apontamento excelente, porque simples, directo e desempoeirado, no Library Journal - "The Transparent Library: Six Signposts on the Way". E os 6 tópicos são: «Give everyone an avenue to talk» - criar avenidas de comunicação com os stakeholders das bibliotecas, que funcionem como pontos de escuta on-line! Muito a partir da web social, aproximando a biblioteca dos seus públicos e implicando-os. «Play nice and be constructive» - fazer ouvir a voz das bibliotecas de modo construtivo, positivo, sem choramingas do tipo "eles (administração, vereação, conselho directivo, executivo, direcção, etc., etc... não entendem a importância da biblioteca, não nos dão orçamento... Ideias bem apresentadas, fundamentadas, que provem ser boas ideias, mais tarde ou mais cedo vingam! «Grow and develop your support community» - tornar os ausentes da biblioteca em participantes! Encontrar modos de escutar a voz dos não-utilizadores e mostrar que eles também contam. «Be willing to accept anonymity» - não é fácil dar atenção à opinião que vem do anónimo, mas por exemplo em contexto organizacional, não é de rejeitar a ideia de ouvir o staff, os colaboradores e operadores experimentando o anonimato, podem passar a ouvir-se os que normalmente não falam. «Tell the truth» - pois é! Mentira, mentira - muito se mente neste país e nas organizações. Têm medo de quê!? Da incompetência pois claro. Mas a verdade liberta e torna-nos melhores - pessoas e profissionais, e leva a melhor serviço. Ser transparente, genuíno e verdadeiro transmite confiança no serviço que se presta. «Focus on user-driven policy, not driving users away» - a velha história das necessidades dos utilizadores. De saber ouvir as verdadeiras necessidades dos utilizadores, e não nortear a nossa acção por aquilo que pensamos (só pensamos: sem escutar, estudar, analisar a realidade) serem as necessidades dos outros.
A transparência obriga a trabalhar mais!
Gostei destas 6 sugestões! Comentei, aguardo também comentários!
O encontro decorreu na passada sexta-feira mas vale a pena indicar (ou organizar) mais alguns ecos e um ou outro rescaldo do encontro. Já hoje Jose Luis Orihuela publicou no slideshare a apresentação feita no encontro - cultura bloguer. Mas do encontro ficam ainda...
No Indústrias culturais, Rogério Santos – um dos organizadores e o grande dinamizador, com apontamentos finais, fotos e vídeos do encontro.
Maria João Nogueira com um contributo muito bom olhando a blogosfera Portuguesa (achei uma prestação bem mais argumentativa que nas conversas da unicer em Abril passado – foi importante para o meu conhecimento da blogosfera), sendo que é possível ver o vídeo de parte da apresentação no vímeo de Rogério Santos
No Estado do Sítio da RTP, Ricardo Jorge tomé questionando “O final da blogosfera ou a expansão das blogosferas?”
No Culturascópio de Dora Santos Silva, que fez uma comunicação no encontro decidida e esclarecida
Lauro António, não sendo leitor do blog – passarei a ser!, apresentou uma comunicação com um olhar simultaneamente abrangente e terra-a-terra, e no espaço de debate muito interpelador e acutilante.
“Do Paulo Querido “Sobre o fim da blogosfera”, onde também constam os slides da comunicação que fez no encontro, interessante como exercicio de reflexãoe leitura da realidade, mas com a qual estou em desacordo.
Via vimeo de Rogério Santos, do Industrias culturais, aqui está uma das coisas boas do último encontro de blogues. Vale a pena ouvir falar José Luis Orihuela, do eCuaderno, da mania de matar coisas a propósito da "morte dos blogues" na wired, afirmando "solo han cambiado porque han madurado". Falou também de 12 traços da cultura bloguer, mas não consta deste vídeo. Deixei um cheirinho no twitter.
Tudo começou (ligeiramente atrasado - como começa a ser habitual quando venho do Porto a Lisboa - chego antes dos participantes que são da capital... coisas!?), começou - dizia eu, com uma excelente comunicação de José Luis Orihuela. Mas o encontro prossegue... acompanhe no twitter do rato de biblioteca »» http://twitter.com/pedroprincipe
No pessoal... e transmissível esta semana falou-se da internet no futuro
O pessoal... e transmissível de Carlos Vaz Marques teve esta semana dois programas muito interessantes na temática web e futuro da internet.
Na internet de futuro, cada vez mais, tudo será gratuito. A tese é do editor-chefe da revista Wired e Chris Anderson vem explicá-la, na conversa com Carlos Vaz Marques.
Considera Barack Obama um político wiki. O presidente da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações, Diogo Vasconcelos, na véspera do congresso que será inaugurado pelo Presidente da República, é o convidado de Carlos Vaz Marques, ao fim da tarde.
A disponibilização de PodCasts nas rádios foi extraordinário para mim. Se já ouvia muita rádio, hoje, ter a possibilidade de ouvir ou voltar a ouvir um programa é mais uma razão para acompanhar o que de muito bom se vai fazendo na rádio em Portugal.