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Quinta-feira, 16 de Dezembro de 2004
Rescaldo do workshop na BAD sobre "Weblogs em Bibliotecas"
Ficam aqui algumas das reflexões decorrentes da realização do workshp na BAD, nos dias 13 e 14 de Dezembro, sobre Weblogs em Bibliotecas e onde se procurou "dar voz à Biblioteca no contexto digital".


De Anónimo a 8 de Janeiro de 2005 às 12:43
A propósito do comentário: falam, falam, falam.

Ainda bem que este comentário surgiu.
Quamdo é dito que há demasiados teóricos e se fazem congresso e encontros em contraponto à qualidade das bibliotecas e arquivos, eu digo que há poucos teóricos.
Esta área do conhecimento é muito recente e os seus agentes são de formação ainda mais recente que na generalidade dos outros países.
COnvido o amigo que fez o comentário de desilusão a verificar que as bibliotecas há 40 anos eram práticamente inexistentes no país, que até há 15 anos as únicas bibliotecas eram as carrinhas Gulbenkian e as salas minúsculas que autarcas desinteressados cediam à Gulbenkian. Hoje existem as novas bibliotecas públicas que cobrem já mais de metade do território nacional, cada vez mais bibliotecas escolares e bibliotecas universitárias de qualidade.
Tudo isto porque há teorização, porque há congressos e reuniões. Porque desse falar, falar, saem objectivos, reivindicações, propostas aos decisores, propostas de inovação.
E a realidade tem avançado pelos caminhos que o "falar" tem indicado. E tem sido positivo.
Se me diz que é pouco, que é necessário completar as redes de bibliotecas (escolares, públicas, universitárias), se é necessário elevar a qualidade das mesmas, introduzir inovação, estou de acordo e as formações como a da weblog nas bibliotecas é um caminho que indica pistas para a inovação.
Para melhorar as bibliotecas e arquivos é necessário rejeitar o pessimismo e o nivelamento inferior, e optar pela teorização da inovação e demonstração da qualidade. Teorizar, discutir e propor inovação é condição para tirar as bibliotecas e arquivos da situação que aponta.
Quanto à desilusão do curso que frequenta estou de acordo com o que diz Mónica André. Não reflecte o conjunto da formação no país.
Posso garantir ainda que o desenvolvimento desta área de conhecimento é resultado da formação e interesse intelectual dos profissionais de biblioteca. E esta área de conhecimento que era tradicionalmente uma técnica, de há vinte anos para cá tem-se vindo a afirmar como ciência. A melhoria da qualidade das instituições de documentação e informação são fruto da formação, reflexão e prática destes profissionais. Nada caíu do céu nem veio do exterior.
Só se melhoram as bibliotecas e os arquivos se tivermos ciência e decisão de apontarmos os caminhos inovadores.
A qualidade das bibliotecas e arquivos passa por assumir toda a inovação. E não tenhamos medo que elas não perdem todo o seu lastro histórico.
António Regedor


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